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Raças de cães - Husky Siberiano




História do Husky siberiano
O Husky siberiano, o Malamute do Alaska e o Esquimal são somente algumas das raças nórdicas do tipo “husky”. É provável que todos esse “huskies”, termo que se aplicava a todos eles, descendam do mesmo antepassado e que evoluíram separadamente em distintas regiões ou com distintos grupos de caçadores. As tribos dos chukchis do noroeste da Ásia usavam o que atualmente chamamos de Husky Siberiano e os mantiveram como uma raça pura durante o século XIX. Como o trenó era o principal meio de transporte no Alaska, os huskies eram de vital importância. O Siberiano com seus aproximadamente 14Kg eram menor que o Malamute do Alaska, e se tornou o favorito dos exploradores russos como cão de trenó, por sua velocidade, agilidade e resistência, qualidades apreciadas pelos chukchis.

Temperamento do Husky siberiano
São muito carinhosos e atenciosos, entretanto precisam gastar suas energias para que não se tornem problemas para seu dono. Eles precisam primeiramente de espaço e atenção. O Husky siberiano é muito brincalhão. Por esse motivo, este cão é recomendado para as crianças com cinco anos em diante. Crianças com menos de quatro anos podem não ter domínio sobre o cão, pois ele também é dotado de uma grande força. Normalmente completamente dócil e aficionado com as pessoas, os siberianos possuem um forte instinto de caçador e podem matar gatos, coelhos, galinhas, pássaros e outros pequenos animais. Devem ser mantidos em cercados seguros pois frequentemente desaparecem em longas viagens para caçar. Não se deve permitir à eles passearem sozinhos ou sem coleira. Eles são treináveis até um certo grau, mas paciência é necessária. São naturalmente independentes e não vão obedecer cegamente a todos os comandos. Não tendem a comportamento agressivo ante outros cães, mas se atacados lutam ferozmente. Os Huskys são também cães de trabalho desenvolvidos para puxar trenós. Por esse motivo, é bom fazê-lo puxar de vez em quando de 6 a 11 quilos.

Aparência do Husky siberiano
O husky siberiano tipicamente possui uma estrutura física musculosa ("husky" significa "trenó" em inglês), e são fortes comparados a outros cães do mesmo porte. Eles são cobertos por uma densa camada dupla de pêlo que tem uma variedade de cores e padrões, comumente com pernas e patas brancas, manchas no rosto e a ponta do rabo branca. As cores mais comuns são branco e preta, branco e cinza, branco e vermelho cobre, e branco puro, ainda que muitos indivíduos têm variações marrons, avermelhadas, marrom clara e alguns são malhados. Seus olhos podem ser de várias cores, mas predominantemente azuis, castanhos ou verdes. A cor azul clara é característica, apesar de não dominantes.

Cuidados com o Husky siberiano
O Husky é um cão muito peludo, mas fácil de cuidar. Não precisará de banhos freqüentes, tosa, nem muitas escovações. Ele cultiva o hábito de lamber o pêlo e tem pouco cheiro. Na época da muda, que ocorre no máximo duas vezes ao ano, o pêlo cai muito, e isso vai exigir que ele seja escovado diariamente. A raça é também bastante saudável e os problemas mais comuns estão relacionados à visão (catarata, glaucoma, atrofia progressiva da retina).

Adequação climática
Apesar de suas origens nórdicas, e ao contrário do que se crê, huskies podem viver sem maiores problemas em qualquer zona climática, porém é necessário tomar alguns cuidados especiais quando faz calor excessivo, como prover-lhes bastante água e um lugar fresco e sombreado para descansar. Por outro lado, estes cães parecem ter um verdadeiro prazer em estar em meio a temperaturas baixas, e buscam o ar livre com afinco especial quando faz frio. Ainda assim, donos em potencial de huskies poder tranquilizar-se que climas subtropicais(não confundir com temperados), como do sul do Brasil, ou de Portugal(clima mediterraneo), são perfeitamente adequados à sua criação.


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Raças de cães - Labrador




História do Labrador
Na planície de Terra Nova (Canadá) existiam alguns cães que trabalhavam com os pescadores tanto puxando redes de pesca, quanto buscando peixes que escapavam entre as redes. Eram basicamente de dois tipos: um maior e mais peludo, outro menor e de pelagem mais curta, este também conhecido como Cão de Saint John. Esse cães foram levados para o Reino Unido, e alguns caçadores de aves (especialmente patos) descobriram que poderiam utilizar algumas das características desses cães para criar uma raça específica para a função. Mantiveram, através de acasalamentos selecionados, características como a vontade de buscar objetos, o gosto pela água, a pelagem grossa e resistente, a boca "macia" (que carrega objetos sem danificá-los), a docilidade e a obediência.

Os cães menores e com pelagem mais curta eram mais aptos ao trabalho, já que cabiam melhor nos barcos pequenos, eram mais fáceis de serem içados de volta à embarcação e a água não congelava entre os pêlos, como ocorria com cães de pelagem mais longa. Foram usados cães locais e cães de outras raças, além do Saint John. Eram selecionados os filhotes mais aptos ao trabalho. Com isso chegou-se ao Labrador.

No início, apenas os pretos eram reconhecidos. Como nasciam cães de outras cores nas ninhadas, alguns criadores se uniram e fundaram o Clube do Labrador Amarelo, que foi a segunda cor a ser reconhecida pelo TKC (The Kennel Club). Por último, reconheceram o chocolate, que também era comum, mesmo em ninhadas de pretos. Assim, o local que originou a raça através da seleção é a Grã Bretanha. Apenas um conselho de criadores dessa localidade, sob aprovação do kennel club local, pode modificar as características descritas no padrão oficial. Os labradores são excelentes companheiros e adoram estar perto dos humanos.

Temperamento do Labrador
Devemos lembrar que o comportamento é composto de duas partes: a genética e a educação (manejo, ambiente). Assim, vamos falar sobre como é o temperamento de um bom Labrador, escolhido de pais que correspondam ao que se espera da raça e que recebam educação adequada, sem violência, mas também sem mimos excessivos.

Os Labradores são cães com bastante energia enquanto filhotes. Isso significa que eles são como crianças, e se deixados sozinhos com objetos perigosos por perto, irão fazer "arte". Quando adultos, diminuem a atividade física espontânea, mas não perdem o espírito brincalhão e amigo. São cães fáceis de educar para as mais diversas atividades: companhia, busca de caça (especialmente aves e em terrenos alagados), guia de deficientes visuais, cão de terapia, cão assistente (deficientes); basta que o dono tenha um pouco de paciência e busque técnicas adequadas. Definitivamente não são cães de guarda. Podem até latir ao avistar uma situação ou pessoa estranha, mas não atacam. Adoram brincar e gostam muito de água. Adoram crianças e protegem-nas lealmente até ao fim. Labradores necessitam de companhia para se desenvolverem de forma saudável. Por fim, Labradores são cães de família.

Aparência do Labrador
Labradores são cães de médio para grande porte. Pelo padrão, as fêmeas devem medir entre 54 e 56 cm na cernelha e os machos entre 56 e 57. A cernelha é o ponto mais alto do ombro, antes do pescoço. O tamanho é medido desse ponto até o chão. Labradores em boa forma (não gordos) pesam, em média, entre 37 e 42 quilos, dependendo do sexo e genética.

A pelagem é dupla: tem pêlo (mais duro e comprido) e subpêlo (que você vê abrindo a pelagem. Parece uma lãzinha curta, macia e de cor mais opaca). São encontrados em três cores: amarelos (variando do creme claro ao avermelhado da raposa), chocolates ou pretos. A cor tem que ser homogénea, e uma pequena mancha branca é aceita somente no peito, preferindo-se os inteiros de uma cor. O nariz, contorno dos olhos e lábios dos chocolates são marrons. Nos amarelos e pretos são pretos. Um nariz um pouco mais claro (não rosa, nem marrom... um preto desbotado) é aceito nos amarelos mais velhos ou durante frio intenso (nariz de inverno). Os olhos nas três cores devem ser castanhos, podendo ser um pouco mais claros (mas ainda castanhos) nos exemplares chocolates.

Labradores amarelos com nariz, contorno dos olhos e lábios, rosas ou marrons, são considerados despigmentados. Essa falha de pigmentação leva o cão a ser mais suscetível à problemas de pele, inclusive queimaduras dos raios solares (e isso pode levar ao câncer de pele). Portanto, os Labradores despigmentados, devem ser muito amados como cães de companhia, mas não devem se reproduzir, e o dono deve tomar cuidados adicionais, como somente expô-lo ao sol em horários específicos (de manhã ou bem à tarde) e passar protetor solar no nariz. As orelhas são pendentes, triangulares e médias. O focinho deve ser médio e forte (largo). Os dentes se fecham em tesoura (visto de frente, os dentes de cima ficam logo à frente dos debaixo, sem espaços). As costelas e o rabo são bem característicos. As costelas são bem largas e arredondadas. Como é um cão que foi feito para caçar em águas geladas, precisa de um bom pulmão. Por isso as costelas tem esse formato, que lembra o de um barril. Às vezes isso dá a impressão de se tratar de um cão gordo.

Se você colocar a mão sobre as costelas e conseguir sentí-las com certa facilidade, verá que o exemplar não está fora do peso e sim que tem as costelas corretamente arqueadas. O rabo é um outro ponto importantíssimo. Ele serve de leme nas mudanças de direção enquanto está nadando. O rabo deve ser largo, relativamente curto (se puxado para baixo deve atingir, no máximo, o jarrete ("calcanhar") e reto. Rabos finos e curvados para cima não serviriam para a atividade original, e por isso, são penalizados nas pistas de exposição.

Genética de Cores do Labrador
Exatamente para evitar filhotes despigmentados, os criadores devem estudar, além da saúde, temperamento e aparência dos pais (itens verificados antes de todos os acasalamentos nos canis sérios), a genética de cores dos pais. Os Labradores pretos são dominantes. A genética é estabelecida por (A_C_). Os chocolates são A_cc e os amarelos são aa_ _. Os amarelos despigmentados são cães totalmente recessivos (aacc) e tem grandes chances de apresentarem problemas de pele (inclusive câncer, como explicado no item "Aparência").

Para evitar, os acasalamentos recomendados são:- Entre pretos puros: AACC - só nascerão filhotes pretos. - Entre pretos (família amarela) e amarelos. a genética dos pretos pode ser AACC (preto puro) ou AaCC (preto com genética para amarelo).
Os amarelos devem ser aaCC. Nascerão filhotes pretos e/ou amarelos.- Entre amarelos de genética aaCC. Só nascerão amarelos.
- Entre pretos (família chocolate) e chocolates.
A genética dos pretos pode ser AACC (puro) ou AACc (preto com genética para chocolate).
Os chocolates devem ser AAcc. Nascerão pretos e/ou chocolates. - Entre chocolates com genética AAcc. Nascerão somente chocolates.

Deve-se evitar todo o acasalamento que possa gerar um filhote que tenha genes chocolates e amarelos ao mesmo tempo.

Saúde do Labrador
Quanto à saúde, Labradores não costumam ter maiores problemas. Deve-se ter muito cuidado ao adquirir um filhote, ou ao pensar em acasalar o cão que está em sua casa. A displasia coxofemoral e a displasia de ombros são duas doenças geneticamente transmissíveis, sem cura e que podem não apresentar sintomas (ou seja, seu cão pode ter e você nem desconfiar). Ao comprar um filhote, deve-se ver as chapas de displasia (raios X) dos pais, mesmo que ambos pareçam saudáveis. Essas chapas são feitas depois dos dois anos de idade (quando o cão já está completamente formado) e por profissional veterinário credenciado pelo Colégio ou Ordem Veterinária local.

Alguns dos melhores criadores, também testam se os cães (futuros pais e mães dos filhotes) têm algum problema cardíaco ou de olhos que possa ser transmissível aos bebês. Como são cães pesados e grandes, deve-se evitar a obesidade (que sobrecarrega patas, pernas e coluna), piso liso e escadas (especialmente com filhotes).

Em países de clima quente, além das duas trocas anuais de pêlos, os Labradores acabam fazendo uma "muda contínua" durante todo o ano. Alimentação adequada e de boa qualidade, escovagens frequentes e poucos banhos com shampoo ou sabonete, melhoram um pouco a situação. Banhos de piscina ou de mangueira são liberados, mas o dono deve secar as orelhas e ouvidos para evitar otites. Um outro cão muito parecido com o Labrador é o Golden Retriever, que aparenta os mesmos tamanhos e pesos de um Labrador.

Nome original: Labrador Retriever
Outros nomes: Labrador, Lab

País de origem: Canadá
Padrão FCI: Cães Cobradores de Caça (Retrievers)

Grupo: 8

Seção: 1


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Raças de cães - Maltês




História do Maltês

Como um nobre do mundo canino, essa raça antiga foi sendo conhecida por uma variedade de nomes através dos séculos. Originalmente chamado de Cão Melitaie ele também foi conhecido como "Vos Ancião Cão da Malta", o cão das Damas Romanas, o Cão Consolador, o Spaniel Dócil, o Bichon, o Cão Choque, o Cão Leão Maltês, e o Terrier Maltês. Em algum momento dentro dos séculos passados, ele se tornou conhecido simplesmente como o Maltês. A história da raça pode ser traçada de volta em muitos séculos. Alguns colocaram a sua origem em dois ou três milhares de anos atrás e até Darwin colocou a origem da raça em 6000 a.C. O Maltês é considerado de ter descendido de tipo de cão chamado Spitz achado junto com os habitantes do Lago da Suíça. Ainda que exista alguma evidência que a raça se originou na Ásia e é parente do Terrier Tibetano, a origem exata é desconhecida. Malteses são geralmente associados com a ilha de Malta no Mar Mediterrâneo. Os cães provavelmente foram para a Europa através do Oriente Médio com a migração de tribos nômades. A Ilha de Malta (ou Melitae como era conhecida então) foi o centro geográfico do comércio antigo, e exploradores sem dúvida acharam ancestrais dos pequenos e brancos cães deixados ali para trocas por suprimentos. Os cães foram criados pelos ricos e igualmente pela realeza e foram sendo cruzados para serem especificamente um cão de companhia. Alguns membros da família real que significadamente tinham Malteses foram Maria I da Escócia, Elizabeth I de Inglaterra, Rainha Vitória, Josefina de Beauharnais e Maria Antonieta. No tempo de Paulo de Tarso, Publius, o governador romano da Malta, tinha um Maltês com nome de Issa com o qual era bastante aficionado. Nesta conexão o poeta Marcus Valerius Martialis (Marcial), nascido em 38 a.C. em Bilbilis na Espanha, fez essa famosa dedicatória em um de seus célebres epigramas:
"Issa é mais brincalhona que o pardal de Catulla.
Issa é mais pura que um beijo de uma pomba.
Issa é mais delicada que uma donzela.
Issa é mais preciosa que jóias indianas...
Com receio de que os últimos dias em que ela vê a luz
devem roubá-la dele para sempre,
Publius tinha tido o retrato dela pintado."
Era dito que a pintura do cão era tão vívida, que ninguém podia diferenciar o cão da pintura.

Durante o Renascimento, o poeta Ludovico Ariosto em algumas linhas da sua óbra-prima literária, Orlando Furioso, descreve um cão que certamente só pode ser um Maltês.
"O menor cão que a Natureza já produziu --
Seu pêlo de longos cabelos, mais branco que arminho
Seus movimentos perfeitamente graciosos e
Elegância incomparável de aparência."
(Vol.II Canto 43)
Temperamento do Maltês
Malteses podem ser bastante energéticos e são conhecidos pelos seus ocasionais acessos de atividade física, correndo em volta com velocidade máxima com uma agilidade incrível; mesmo assim, eles ainda servem bem para habitantes de apartamentos. Se você leva uma vida pacata e quer um cão calmo que acompanhe o ritmo dos donos, compre um Maltês. Mas se você leva uma vida agitada e quer um cão que acompanhe o ritmo dos donos, compre um Maltês. É essa vantagem que a raça tem sobre as outras, pois é um cão que se molda ao estilo do dono. São relativamente fáceis de treinar e gostam de um divertido jogo de pega-e-traz. Estes cães inteligentes aprendem muito rápido, e adquirem novos truques e movimentos facilmente. Já que a raça foi criada especificamente para cão de companhia, eles não ficam bem se forem deixados sozinhos por longas horas, a não ser que sejam acustumados desde pequenos a brincarem sozinhos. A raça tem a reputação de ser bondosa, mas pode ser intolerante com crianças pequenas ou outros cães. Eles são muito protetores do seus donos e irão latir ou poderão morder se animais ou pessoas infringirem no seu território ou se são percebidos como uma ameaça. Pelo seu tamanho diminuto, Malteses parecem não ter medo. De fato, muitos Malteses parecem relativamente indiferentes à criaturas/objetos maiores que eles mesmo (à não ser, claro, o seu dono). Eles estão entre os cães pequenos mais dóceis, ainda que são vívidos e brincalhões assim como energéticos. Por causa de seu tamanho, Malteses não são uma boa escolha para famílias com crianças pequenas pois eles podem ser facilmente machucados. É um cãozinho muito calmo, tranqüilo, feliz e carinhoso, está sempre movimentando sua cauda.

Aparência do Maltês

O Maltês é um cão pertencente ao grupo dos toys que é coberto da cabeça aos pés com uma manta de pêlo longo, sedoso e branco. Malteses adultos têm entre 1.4 até 2.5 kg. O pêlo é reto e sedoso. A cor é branca pura e apesar de orelhas cor de creme ou cor-de-limão serem permitidas, não são muito desejáveis. Alguns indivíduos tem pêlos encaracolados ou lanuginosos, mas esses são os mais desejáveis. Características incluem cabeça levemente arredondada, com a largura de um dedo. Também tem um nariz preto que tem a largura de dois dedos. As orelhas caídas tem cabelos longos, e os olhos são bastante escuros, cercados por um pigmentação mais escura de pele que é chamada de "halo", dando aos Malteses seus olhares expressivos. O corpo é compacto com o comprimento igualando a altura. Seus narizes podem murchar e ficar cor de rosa ou marrom claro. Isso é muitas vezes chamado de "nariz de inverno" e muitas vezes volta para o preto de novo com uma exposição gradativa ao sol. E os malteses são hoje em dia considerados melhor que os poodle e tambem mais bonitos.

Cuidados com o Maltês

Malteses tem cabelo, não pêlo, e não trocam de cabelo, por isso deve ser muito bem cuidado. Assim como seus parentes Poodle, Bichon Frisé, Lhasa Apso e Shih Tzu, são considerados altamente hipoalergênicos e pessoas que são alérgicas a cães não são alérgicas aos Malteses. São necessários o banho e pentear regularmente para previnir que seu pêlo perca o brilho. Outro hábito que se deve ter desde cedo é o da escovação. Só uma escovação diária pode deixar o pêlo do Maltês lindo como o que normalmente aparece nas fotos. A pelagem do Maltês é formada por pêlos finos e sem sub-pêlo. O banho tem que ser semanal. Uma outra vantagem sobre outras raças, é que mesmo depois de uma semana sem tomar banho, os Malteses nao exalam cheiro de cachorro que os demais cães soltam. Muitos donos mantêm seus Malteses aparados com um "corte de filhote", corte que faz o cão parecer um filhote. Manchas negras perto do olho ("manchas de lágrimas") podem ser um problema nessa raça, e na maioria das vezes é em função da quantidade de água de cada olho do cão e do tamanho dos dutos lacrimais. Se a face é mantida seca e limpa diariamente, as manchas podem ser minimizadas. Se os Malteses são cuidados propriamente, terão um lindo pêlo liso e perfeito. É bom evitar que o Maltês brinque na grama ou quintal, pois isso acaba com sua pelagem. Ele é um cãozinho para viver somente dentro de casa. Não fica doente se mantido sempre limpo, dentro de casa e em companhia dos humanos que ama sem restrições.

Saúde do Maltês

Os Malteses são genericamente uma raça saudável com poucos problemas inerentes. Alguns problemas vistos são luxação da rótula, White Shaker Dog Syndrome, shunt portosistémico do fígado e atrofia progressiva da retina. A média de vida está entre 13 a 15 anos. Muitas pessoas gostam do "micro maltês", mas a raça não é desse tamanho apesar de ser a menor raça branca do mundo . Ele tem 25 cm e pesa entre 2 e 4 Kg, em tanto o "micro" não é do exato tamanho e não pode ter filhotes, podem nascer do tamanho da raça normal ou nascem bem pequenos (micros).

Donos de Malteses Famosos

  • Elizabeth Taylor – "Daisy" (Margarida)
  • Marilyn Monroe – "Maf Honey" (Doce Maf, dado para ela por Frank Sinatra; o "Maf" supostamente vem de Máfia.)
  • Elvis Presley e sua namorada Linda Thompson – "Foxhugh"
  • Tony Bennett – "Boo"
  • Hiroshi Abe – "ブーとチー" ("Boo e Chi")
  • Liberace – "Charmin, Solo e Leah"
  • Tallulah Bankhead – "Doloras"
  • Heather Locklear – "Harley"
  • Halle Berry – "Miss Polly e Little Willie"
  • Bryant Gumbel – "Cujo"
  • Britney Spears – "Lacy Loo"
  • Anna Nicole Smith – "Marilyn"
  • Edima Rocha dos Santos – "Cheva"
  • Adrianne Galisteu – "Mike"
  • Daniella Cicarelli – "Gucci"
Nome original: Maltese
Outros nomes: Bichon Maltês
País de origem: Bacia central do Mediterrâneo
Padrão FCI: Bichons e raças semelhantes
Grupo: 9
Seção: 1
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Raças de cães - São Bernardo




História

O Albergue, no cimo do Passo do Grande São Bernardo, a 2469 m de altitude, foi fundado no Século XI, para oferecer refúgio aos viajantes e peregrinos. A partir da metade do século XVII, os monges do Albergue, muniram-se de cães grandes, do tipo de cão de montanha, destinados a guarda e defesa. A presença de cães no Albergue do Grande São Bernardo é confirmada por documentos iconográficos que datam de 1695 e por uma nota nas actas do Albergue, do ano de 1707. Desde então, esses cães foram utilizados para acompanhar os viajantes, e sobretudo, para encontrar e salvar aqueles que se perdiam na neve e no nevoeiro.

As crónicas, publicadas em numerosas línguas, sobre o modo como estes cães salvaram um grande número de vidas humanas da morte branca, e dos testemunhos de soldados que em 1800, atravessavam o Passo com o exército de Napoleão Bonaparte, espalharam no século XIX a fama do cão de São Bernardo por toda a Europa. O cão mais famoso a salvar pessoas foi o lendário Barry, que se tem notícia de ter salvo entre 40 a 100 vidas. Existe um monumento à Barry em Cimetière des Chiens, e seu corpo está preservado no Museu de História Natural em Berna.

Os ancestrais diretos do Cão de São Bernardo foram os grandes cães das quintas, muito difundidos entre os lavradores da região. Após algumas gerações, através de uma criação sistemática no sentido da procura de um tipo ideal, criou-se a raça actual. Em 1847, Henrick Schumaker de Holligen, perto de Berna, foi o primeiro a estabelecer os documentos genealógicos para os seus cães.

O livro de origens Suíço, foi criado em Fevereiro de 1884. O primeiro cão a ser inscrito neste Registo Nacional foi o Cão de São Bernardo com o nome de "Léon"; as 28 inscrições seguintes dizem igualmente respeito a Cães de São Bernardo. O Clube Suíço do Cão de São Bernardo foi fundado em Basileia em 15 de Março de 1884. Na ocasião de um Congresso Cinológico Internacional, em 2 de Junho de 1887, o Cão de São Bernardo foi oficialmente reconhecido como raça de origem Suíça e o Standard declarado como obrigatório. A partir dessa data o Cão de São Bernardo foi declarado como Cão Nacional da Suíça. Em Portugal existem actualmente dois clubes de Raça, o Clube Português do Cão de São Bernardo e a Associação Portuguesa de Amigos do Cão de São Bernardo.

No Brasil há diversas linhas de sangue, sendo que as mais se destacam são a Americana e a Italiana, em 2006 foi criado o primeiro clube da raça no país o Clube do São Bernardo do Estado de São Paulo.

Temperamento

De carácter amável e de temperamento calmo, a ativo e vigilante. Dócil e confiável para as crianças, é conhecido nos Estados Unidos como o "Babysitter Dog". Adora brincar e é estremamente afectuoso. É um cão adorável, que adora mimos e festas. Como adora o dono que o alimenta e que o leva a passear. Se for passear com outra pessoa e vir o dono ao fundo da rua, deve ter cuidado com os joelhos, porque vem aí uma correria, tipo Sky Aquático. Mas em terra!

Aparência

Um macho totalmente crescido pesa entre 68 à 90 kg, mas alguns exemplares passam e muito dos 100 kg. Existem duas variedades de São-bernardo: a variedade de pêlo curto e a de pêlo comprido. As duas variedades são de grande dimensão; o corpo é possante, vigoroso, musculoso e harmónico; a cabeça é imponente e a expressão facial em estado de alerta.

Saúde

O São Bernardo, como qualquer animal de estimação, necessita de cuidados de saúde básicos. Desde cedo devemos habituar os nossos amigos a serem escovados (1 a 2 vezes por semana e diariamente na altura da muda de pêlo), a tomarem banho (sempre que necessário, mas preferencialmente poucas vezes), e a que lhe limpemos os dentes (todos os meses), os olhos e as orelhas (devemos verificar os mesmos semanalmente se possível), para que assim minimizemos possíveis problemas de saúde.

O controle do peso também deve ser tomado em atenção, animais de porte como o São Bernardo nunca devem ter excesso de peso, especialmente na fase de crescimento. Adaptam-se com alguma facilidade a climas mais quentes, no entanto devemos sempre ter à sua disposição água fresca em abundância. De um modo geral, o São Bernardo não é um cão especialmente propenso a doenças, sendo que os cuidados acima referidos são suficientes, conjugados claro está com um acompanhamento veterinário ( que incluem um plano de vacinação, deparasitação interna e externa). No entanto existem algumas patologias a que o São Bernardo é propenso: - Displasia da anca ou (Displasia coxofemoral) e Displasia do cotovelo - Torção e dilatação gástrica - Dermatites agudas húmidas.


Nome original: St. Bernardshund/Bernhardiner

Outros nomes: Cão de São Bernardo
País de
Origem:
Suíça
Padrão FCI: Molossóides tipo montanha

Grupo: 2

Seção: 2




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Raças de cães - Pinscher miniatura




História do Pinscher Miniatura


O Pinscher Miniatura ou Anão é uma raça antiga, de origem alemã, conhecida desde 1836, quando o escritor alemão Dr. H. G. Reinchenbach afirmou que o Pinscher seria o resultado de um cruzamento entre o Dachshund e o Greyhound Italiano. Uma outra versão afirma que o Pinscher seria o resultado de acasalamentos selecionados do Pinscher Standard, raça esta extinta na atualidade, e que teria também dado origem ao Dobermann (donde se explicaria a grande semelhança entre ambos). Contudo, qualquer que seja a verdade, o que não se pode questionar é a sua origem: a Alemanha.
Temperamento do Pinscher Miniatura

Trata-se de um cão muito ativo, cheio de energia e vitalidade. Valente, curioso e brincalhão, apega-se muito ao dono. Temerário e alerta, embora de caráter dócil, revela-se ótimo guardião da casa. Seu instinto territorial é forte, e por isso defende a ele mesmo e ao seu dono vigorosamente. Atento, é excelente cão de vigia, capaz de latir ao menor sinal de que há algo incomum acontecendo.
É muito desconfiado com estranhos.
É um cão inteligente e, segundo a classificação de Stanley Coren, em seu livro "A Inteligência dos Cães", ocupa a 37ª posição em obediência para o trabalho.

Aparência do Pinscher Miniatura

Apesar de ser excelente guarda, seu traço característico é a distribuição bem proporcionada do corpo (aspecto "quadrado"). Seu pelo curto pode ser de cor preta, marrom ou mel. Orelhas em pé, apontando para cima, e não para os lados (ou caídas em forma de "V"). Crânio chato, olhos ovais e amendoados e de tamanho médio são sinais de pureza da raça. Apesar de ser pequeno, o Pinscher Miniatura é forte. Tem ossatura larga e músculos bem definidos. O tamanho estipulado pelo padrão da raça é de 25 a 30 cm, medido do chão até a cernelha (região entre o pescoço e as costas). É um cão de grande mobilidade, ágil, de aspecto muito elegante. Se observarmos o andar de um Pinscher Miniatura vê-se outra característica da raça: suas passadas curtas e rápidas.
Saúde do Pinscher Miniatura

O Pinscher Miniatura pode apresentar alguns problemas de saúde tais como, Dentição dupla que ocorre quando os dentes de leite não caem, alguns tambêm podem apresentar Luxação da Patela que seria um deslocamento do joelho sendo uma doença hereditária, outros tambêm podem ter Necrose da Cabeça do Fêmur, uma doença tambêm hereditária, Sarna Demodécica causada pelo ácaro Demodex Canis, e Epilepsia que pode ser controlado com medicamentos.

Alguns Cuidados com o Pinscher Miniatura

Higiene: Por se tratar de um cão de pelo liso e curto, um banho mensal, com shampoo apropriado, é suficiente para manter o animal limpo.

Vacinação: A vacinação se inicia aos 45 dias de vida do animal, e deverá ser seguida rigorosamente em dia, de acordo com o cronograma adotado pelo veterinário. O esquema de vacinação poderá variar conforme a região onde o cão vive. As doenças contra as quais o animal deve ser vacinado são: Cinomose, Hepatite Infecciosa, Parvovirose, Coronavirose, Parainfluenza, Leptospirose, Raiva e Traqueobronquite Infecciosa. Não deixe de vacinar o seu animal!

Vermifugação: Assim como a vacinação, a vermifugação se inicia quando o animal ainda é filhote, e deve ser conduzida por um veterinário, que irá avaliar as condições do animal e prescrever um esquema de vermifugação adequado para o mesmo.

Alimentação: Forneça ao seu cão uma Ração de boa qualidade. O tipo da ração deverá ser adequado à idade do animal (filhote, adulto, ou senior) e a quantidade fornecida deverá estar de acordo com o seu tamanho. Mantenha água fresca sempre à disposição do seu cão.

Exercícios Físicos: Para manter o seu Pinscher Miniatura em forma, exercite-o diariamente, pelo menos por 30 minutos. Jogue brinquedos para ele buscar, caminhe com ele, faça-o se mexer, para que ele possa gastar um pouco da grande quantidade de energia que possui.

Atenção, todas as informações acima foram obtidas através de pesquisas e serve apenas para dar uma noção básica, consulte sempre seu veterinário.


Dicas Para Aquisição do Pinscher

Antes de adquirir um filhote, certifique-se de sua procedência. Procure adquirir um animal que possua pedigree, pois cães com pedigree oferecem menos riscos de engano do que cães de procedência desconhecida.
Adquira o seu animal de um criador idôneo.

O Pinscher puro tem crânio chato, orelhas em pé e olhos amendoados. Suas cores devem variar entre o preto, o marrom e o mel.

É comum a "mistura" do Pinscher com:

Chihuahua: o cão tem orelhas laterais, olhos saltados e arredondados e o crânio também arredondado, em forma de maçã.

Terrier Brasileiro: o cão é um pouco maior e possui manchas brancas nos pés. Pés ovalados, garupa redonda. Assim, fique atento às características do filhote, para não comprar um animal "mestiço".

Não escolha os animais de menor tamanho, pois o padrão da raça limita o tamanho em 25 cm.
Procure conhecer os pais do filhote e verifique se são agressivos e se latem muito. Lembre-se: as características físicas e o temperamento dos pais são transmitidos aos filhotes. Por isso, observe todos os detalhes aqui citados, para efetuar uma boa escolha.

Curiosidades do Pinscher Miniatura

A escrita do nome Pinscher tambêm é confundido com Pincher.
Nome original: Zwergpinscher
País de origem: Alemanha
Padrão FCI: Pinchers, schnauzers, molossos e boiadeiros suíços
Grupo: 2
Seção: 1
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Raça de cães - Dálmata




História do Dálmata
A sua origem é bastante remota é uma raça muito antiga e por isso torna um pouco confundível atribuindo-lhe vários países de origem mas parece ser a Dalmácia a sua origem mais certa. O dálmata era e é um cão bastante vistoso atribuindo-lhe um estatuto de cão preferido pela nobreza e era utilizado para acompanhar as carruagens para as proteger de supostos ataques. É um cão que se dá bastante bem com cavalos, já que estes fazem tambem um pouco parte dos seus primeiros desenvolvimentos como raça.

Temperamento do Dálmata

Os Dálmatas são cães muito inteligentes que nos conseguem transmitir os seus desejos com expressões corporais e latidos. Normalmente dão-se bem com outros animais, havendo sempre algumas excepções. É normalmente um cão amistoso e calmo mas atenção que por de tráz das pintas e de um aspecto amigavél por vezes podem ser cães que não dão muita confiança a estranhos sendo por isso tambem um bom guarda.
Aparência do Dálmata

É um cão robusto de tamanho médio sendo que os machos podem atingir cerca de 60cm e as fêmeas por volta dos 50cm. Entre 25kg/30kg é o peso ideal para estes cães já que são cães que não podem aparentar ser esguios nem pesados, mas sim harmoniosos. O peito é fundo e o focinho largo com tendência para afunilar. As orelhas são de inserção baixa, arredondando nas pontas e a cauda descreve uma uma ligeira curva para cima, não sendo de todo de inserção alta. Podem surgir exemplares com um olho de cada cor sendo que estes não servem para exposição.A pelagem desta espécie é curta, dura, densa, fina, lisa e brilhante, mas os elementos mais importantes são dados pela cor (sempre branca) e pelas manchas (que podem ser de cor castanha ou pretas). Não há uma regra fixa, mas é sabido que quanto mais numerosas as manchas, melhor. E também as manchas da cabeça, do focinho, das orelhas, dos membros e da cauda devem ser menores que as do corpo.

Saúde do Dálmata
É um cão resistente e que se adapta bem a qualquer temperatura mas por vezes são submissos a problemas de pele e pelo, tendo de andar bem vigiados nesse sentido. Uma escovagem por semana é o necessário já que o seu pelo é forte e curto. Outro dos problemas é a surdez, esta raça é bastante afectada com esta doença, e atenção se pussuir um cão com esta patologia, nunca o surpreenda sem que ele se aperceba da sua presença ja que se pode assustar e reagir mal. É um cão que necessita da fazer bastantes exercícios físicos diários para poder gastar toda a sua energia.Nome original: Dalmatinac
País de origem: Croácia
Padrão FCI: Raças semelhantes a farejadores
Grupo: 6
Seção: 3
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Raças de cães - Akita Inu

Akita Inu










Aparência do Akita Inu

Os cães da raça possuem uma aparência de lobo, sendo fêmeas mais baixas, e os machos maiores. O peso varia entre 35 e 40 kg, e a altura na cernelha deve ser entre 64 e 70 cm para os machos, e 58 e 64 cm para as fêmeas. Seu aspecto geral é imponente, robusto e nobre, devendo ser bem proporcionado. O focinho é potente e afilado, mas jamais pontudo, com cana nasal reta e curta. Dentes fortes, com mordedura em tesoura, nunca prognatas. Os olhos são levemente pequenos e triangulares, as orelhas são portadas eretas, ligeiramente inclinadas para a frente. A cauda é grossa e forte, com seu comprimento chegando até o jarrete, mas deve portar-se enrolada sobre o dorso. Sua pelagem é dupla, sendo o pêlo de cima duro e reto e o subpêlo macio e denso, o que lhe dá aparência de um bichinho de pelúcia. Como possui subpêlo, há uma intensa muda (troca de pêlo) em algumas épocas do ano, devendo ser muito bem escovado para manter seu belo aspecto e eliminar os pêlos mortos. Suas cores podem ser vermelho-fulvo, sésamo (pêlos vermelhos com as pontas pretas) tigrado e branco. Os exemplares de todas as cores, exceto a branca, devem apresentar o “URAJIRO” (pelagem esbranquiçada nas laterais do focinho, nas bochechas, sob o queixo, pescoço e ventre, na face inferior da cauda e face interna do membros).

Temperamento do Akita Inu
Dócil, prudente, afetuoso e corajoso. Excelente para crianças por ser muito paciente. Late pouco, nunca late desnecessariamente, e é muito seguro de si. É possessivo com seu território, o que faz desta raça excelente guardiã, tanto de propriedades quanto pessoal. Na guarda, seu comportamento não é ostensivo, como pode-se observar nos Dobermanns, mas costuma manter-se em um local que ofereça boa visibilidade, deslocando-se apenas se achar necessário. É muito apegado ao dono, sendo considerado "cão de um dono só", sofre muito quando abandonado e às vezes não consegue se adaptar aos novos donos. Entretanto, uma vez conquistado será um excelente guardião e companheiro por toda a vida. Precisa de ensinamento para corresponder ao controlo normal pelo chamamento do dono.

História do Akita Inu
Dos tempos antigos à era Meiji Acredita-se que havia uma grande migração de pessoas entre o Japão e a Ásia antes que estas duas áreas se separassem. Foi durante esta época que os cães foram introduzidos no Japão. Ossos de cães do tipo Spitz foram encontrados em sepulturas da Era Jomon (8000 a.C. a 300 a.C). Após a separação das ilhas que compõe o Japão da grande massa de terra, as embarcações passaram a ser necessárias para se viajar entre as ilhas e o continente e isso diminuiu muito a migração.

A diferenciação entre os cães do tipo spitz iniciou-se a partir do isolamento das regiões e os cães tornaram-se mais apropriados para as necessidades de caça de cada área. Estes cães tornaram-se menos genéricos em aparência com a diminuição da variedade de cruzamentos, porém o tipo básico do spitz permaneceu nestes cães. A partir do final da Era Jomon, a caça tornou-se popular e muitos ossos de cães foram encontrados junto a outros restos mortais, especialmete na parte nordeste do Japão, junto ao Oceano Pacífico. Mais tarde, na Era Yayoi (300 a.C. a 300 d.C), houve uma diminuição do número de ossos caninos encontrados em sepulturas. Porém, os cães representados em pratos e estatuetas de barro desta era tinham as orelhas eretas e caudas enroladas como os atuais cães japoneses. Existem referências a cães em alguns livros de história japonesa como o Kojiki (uma crônica do Japão Medieval de 712 d.C) e Nihon Shoki (As Crônicas do Japão da era Yayoi).

Na Era Kamakura (1192- 1333) há relatos sobre cães de briga. As briga de cães também eram muito populares na Era Edo (1603 a 1868). No início da era Edo houve um crescimento da influência européia no Japão. Com a abertura dos portos a navios estrangeiros, a importação de cães do continente europeu tornou-se um negócio bastante próspero e até mesmo uma nova palavra, kara-inu, significando "cão estrangeiro" foi cunhada. A maioria destes cães importados eram do tipo hound. Conta-se que o Xogun Tokugawa Ieyasu possuía uns 70 destes cães para caçar cervos. A popularidade dos cães estrangeiros poderia ter causado o fim das raças nativas do Japão caso os descendentes de Tokugawa Ieyasu tivessem o mesmo interesse nos cães estrangeiros. Ainda na Era Edo, uma lei bastante curiosa foi criada.

Em 1685 o quinto Xogun Tokugawa Tsunayoshi promulgou a lei Shorui Awaremi-no-Rei, determinando a compaixão por todas as coisas vivas e proibindo a matança ou abandono de animais, especialmente de cães. O resultado foi que milhares de cães sem dono passaram a vagar pelas ruas de Edo, hoje a província de Tokyo. Mais de cem mil cães sem dono eram mantidos em canis especialmente construídos para tal. Por volta do ano 1640 o Japão retraiu-se e isolou-se novamente do resto do mundo negociando apenas com a Mongólia, Coréia e China. O isolamento do Japão durou mais de duzentos anos e só terminou em 1853 com a chegada do Comodoro americano Matthew Perry. Mais uma vez o Japão iniciou um ciclo de interesse em todas as coisas estrangeiras, especialmente ocidentais.

Alguns engenheiros de minas europeus começaram a trabalhar nas minas das montanhas do norte de Honshu. Parte desta área faz parte hoje da Prefeitura de Akita, que nos anos 1800 era chamada de Dewa e sua cidade principal chamava-se Odate. Bastante distante das cidades da planície ocidental, era uma região montanhosa, íngreme e fria. A caça dessa região consistia em javalis, alces e o grande urso Yezo (que chegava a pesar 350Kg). Os cães utilizados para caçar no norte sempre foram conhecidos pelo seu grande porte e eram utilizados em pares de macho/fêmea para encurralar a caça até que os caçadores chegassem. Conta-se que um nobre desenvolveu um tipo de cão especialmente apropriado para este tipo de caçada e este esforço de criação pode ter sido o início do grande cão de caça japonês. Em contraste com as regiões rurais, nas cidades japonesas, densamente povoadas, geralmente encontrava-se cães mestiços de raças nativas e estrangeiras. Ninguém parece ter feito qualquer tipo de esforço para preservar as raças japonesas das cidades, com exceção do Chin Japonês. As brigas de cães continuaram populares na Era Meiji (1868 a 1911). Naquela época os Akitas eram chamados cães de Odate por causa do nome da sua cidade. Por volta de 1897, cães de briga Tosa foram introduzidos na prefeitura de Akita. Naquela época Tosa, hoje conhecida como Prefeitura de Kochi, era uma das duas áreas mais populares em brigas de cães.

No início a raça Akita era mais forte do que a Tosa, mas gradualmente a situação se reverteu devido a cruzamentos de cães da raça Tosa com cães de raças europeias. Com as mudanças trazidas pela ocidentalização, alguns cães foram criados especialmente para este esporte. Um dos favoritos era o Cão de Briga Tosa, uma mistura entre o Tosa nativo (Shikoku) e várias outras raças como Buldogue, Dogue Alemão, Pointer, Mastiff etc. Para aumentar o tamanho e o instinto de briga, o mesmo tipo de cruzamentos foi feito no norte com os cães nativos da região Dewa/Akita. As raças provavelmente utilizadas nesses cruzamentos foram os Dogue Alemão, trazidos pelos engenheiros de minas alemães e os Mastiff Tibetanos trazidos por comerciantes Mongóis. A partir da Era Meiji até a Era Taisho (1912 a 1925), os cães no Japão eram classificados em três categorias. Uma era o cão de caça japonês, que era grande, com orelhas eretas e cauda enrolada. O segundo eram os pequenos cães vindos da China, chamados Chin. O terceiro eram os mestiços com raças asiáticas e européias, verdadeiros SRD.



Do Início da Era Showa até Hoje - Movimento de PreservaçãoO início da preservação dos cães nativos japoneses deu-se pelo crescente nacionalismo japonês no século XX. A medida em que o interesse dos japoneses começou a focar-se em sua própria história e cultura, eles começaram a prestar mais atenção aos cães que sempre estiveram presentes no Japão. Felizmente o isolamento rural do norte do país permitiu que a caça continuasse a ser uma importante fonte de alimentos. Quando a atenção voltou-se para os cães nativos, os Matagi Inu (cães de caça) ainda podiam ser encontrados para servir como base de criação. Um nome de grande importância no movimento preservacionista foi o do Professor Shozaburo Watase, que publicou um artigo sobre os cães japoneses em 1915.

Ele também começou a palestrar sobre este asssunto e fundou um comitê histórico preservacionista para o Ministério de Assuntos de Estado. Em 1919, sob sua liderança, uma lei para a preservação de espécies do Japão foi aprovada. Nesta época a raça Akita encontrava-se em grande declínio dentre as raças japonesas, não só em números como também em pureza, devido aos diversos cruzamentos com cães de briga Tosa e com cães de diversas raças ocidentais. Em 1920 o Dr. Watase foi a Odate para pesquisar os cães Akitas da região. Porém ficou desapontado ao constatar que devido à falta de uniformidade dos cães Akita, ele não poderia designar nenhum deles como monumento nacional. Nessa época as brigas de cães ainda eram muito populares e a ênfase na criação dos cães era muito maior na habilidade de briga do que na aparência do cão. Antes de deixar Odate, o Dr. Watase convocou os apreciadores dos cães Akita a preservar a raça antes que a mesma se tornasse extinta. No início da Era Showa (1926 a 1988), em 1927, o prefeito de Odate, Sr. Shigeie Izumi, contrário aos cruzamentos entre os cães de Odate com outras raças, principalmente com o Tosa, fundou a Sociedade Akita Inu Hozankai (AKIHO) num esforço para preservar a pureza da raça de Odate.

Ao mesmo tempo, as brigas de cães gradualmente foram perdendo sua popularidade. Devido a uma grande preocupação da população com a sobrevivência dos cães japoneses, em junho de 1928 fundou-se o Nipponken Hozonkai (NIPPO), uma organização para os cães Akita, Hokkaido, Shiba, Kai, Kishu e Shikoku). O NIPPO passou a registrar cães japoneses, a publicar um boletim e a organizar exposições. Na primavera de 1931, um grupo liderado pelo Dr. Tokio Kaburagi foi a Odate pela segunda vez com a disposição de que o Akita deveria ser restaurado ao que se acreditava ser o tipo puro do cão japonês. Finalmente, em Julho de 1931 o governo japonês declarou o grande cão do Japão como um Monumento Natural do Japão. A raça foi finalmente batizada com o nome da região onde se originou passando a ser conhecida como Akita Inu. No Japão as raças caninas são tipicamente associadas com as áreas de onde se originaram: Akita, Hokkaido, Shiba, Kai e Shikoku.

A palavra inu significa cão em japonês. Assim, Akita Inu = Cão de Akita. O interesse nos Akitas recebeu um grande incremento com a publicidade sobre a raça. Primeiramente em 1932 pela publicação em primeira página nos jornais de Tóquio, da história de Hachi-Ko. Depois pela muito divulgada visita da escritora americana cega, surda e muda Helen Keller ao Japão. Ela expressou interesse na raça e foi presenteada com dois filhotes de Akita. O primeiro morreu ainda novo, mas o segundo tornou-se companheiro inseparável de Hellen até sua morte. Felizmente essa atenção da mídia coincidiu com o crescente nacionalismo japonês, ou de outro modo os cães nativos do Japão poderiam ter desaparecido definitivamente. Para ajudar a determinar se um cão verdadeiramente representava um tipo nativo, o NIPPO desenvolveu um padrão escrito da raça publicado em setembro de 1934. A Akiho, que colaborou com a NIPPO durante seus primeiros anos, publicou seu primeiro padrão do Akita em 1938. De acordo com muitos dos estudiosos dos cães japoneses, o tipo puro original do cão Akita era provavelmente do tamanho dos cães Matagi (caça) encontrados nas aldeias nas montanhas do Japão.

Estes cães Matagi era ligeiramente maiores que os cães médios. O objetivo dos criadores sérios de Akitas passou a ser aumentar o tamanho dos cães, mantendo-se a aparência dos cães japoneses. A Segunda Guerra Mundial quase causou a completa extinção dos Akitas devido à escassez de alimentos e à demanda da pele dos animais pelo exército japonês. Porém, algumas pessoas esconderam seus Akita-Inus e os mantiveram em segredo. Poucos cães sobreviveram à Guerra. Após a Guerra, alguns oficiais das forças de ocupação na Prefeitura de Akita interessaram-se pelos Akitas. Os americanos ajudaram a alimentar e a cuidar desses Akitas. Mesmo nesses tempos difíceis a restauração da raça foi reiniciada e para preservar a raça, foram feitos alguns cruzamentos, especialmente com Pastores Alemães. Outros cães japoneses também foram utilizados. Após a Guerra os criadores japoneses passaram a tentar erradicar qualquer sinal desses cruzamentos. Duas linhagens principais emergiram após a Guerra e foram utilizadas no processo de restauração da raça: Dewa e Ichinoseki. A linhagem Dewa veio do cão Dewa-go, do canil do comerciante de cães Yozaburo Ito. A linhagem Ichinoseki iniciou-se com o cão Ichinosekitora-go, de propriedade do Sr. Kuniro Ichinoseki. Devido à falta de uniformidade na aparência dos Akitas durante os anos iniciais da restauração da raça, os criadores japoneses encontraram muitos problemas em seus esforços iniciais para restaurar o Akita como um cão japonês. A linhagem Dewa era esteriotipada como os Akitas tipo "Pastor Alemão" e a linhagem Ichinoseki como os Akitas tipo "Mastiff".
Em 1948 foi fundada em Tóquio a Akitainu Kyokai (AKIKYO), uma outra sociedade objetivando a restauração do Akita, com a publicação de seu padrão no mesmo ano. Hoje ainda existem três organizações que registram os Akitas. A AKIHO é a maior e mais influente. A AKIKYO foi reconhecida em 1988 e mantém-se ativa. A NIPPO, porém, passou a focar-se principalmente nos cães de raças japonesas médias e pequenas. O padrão atual do Kennel Club Japonês e da FCI baseia-se nos padrões NIPPO, AKIHO e AKIKYO. A raça Akita sofreu grandes mudanças até chegar ao padrão atual, porém os esforços para a melhoria da raça continuam firme a fim de melhorar os diversos problemas encontrados, tais como tórax estreito, baixa estatura, pelagem muito longa ou muito curta, falta de dentes, língua manchada, forma dos olhos defeituosa, desvios de temperamento, etc.
Utilização

Originalmente, no Japão, era empregado em rinhas, o que quase extinguiu a raça. Também já foi usado na caça a grandes animais, mas hoje serve como cão de companhia e de guarda, onde destaca-se devido à sua grande força e sentimento de fidelidade ao dono.


Curiosidades do Akita Inu
A raça foi quase extinta durante a Segunda Guerra Mundial. Para recuperá-la, foi feito um intenso trabalho de seleção com os exemplares remanescentes. Paralelamente, exemplares mestiçados com Pastor Alemão e Mastins foram para a América, onde foram selecionados e a criação foi direcionada para formar uma nova raça: o Akita Americano. Existe também uma historia de pura lealdade, onde o protagonista é um Akita chamado Hachiko, que ficou a espera do seu dono por mais de 10 anos na estação de Shibuya, sendo que este nunca retornou do trabalho, pois faleceu no meio do caminho....O Akita ou Akita Inu é uma raça de cães originária do Japão. O nome foi dado em relação à província de Akita, de onde a raça é considerada originária. "Inu" significa cão em japonês, e muitas vezes o animal é referido como "Akita-ken" (um trocadilho, pois a palavra "província" é pronunciada "ken" em japonês)


QUERO COMPRAR UM AKITA INU

Nome original: Akita

País de origem: Japão

Padrão FCI
Grupo: 5 - Spitzs e cães do tipo primitivo.
Seção: 5 - Spiz Asiáticos e raças Assemelhadas
Spitzs asiáticos e raças semelhantes
Número 255 - 02/04/2001

Variedades:
Sésamo
Branco
Tigrado
Vermelho
De preferência não malhado.
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Raça de cães - Fila Brasileiro





História do Fila Brasileiro

Muitas foram ditas as raças que deram origem ao Fila Brasileiro, porém, estudos comprovam que a intervenção do homem no aperfeiçoamento da raça dividiu igual importância com as condições encontradas pelos primeiros Filas Brasileiros em nossa história. Eles eram obrigados a desempenhar as mais variadas funções junto aos colonizadores, como guarda, caça, pastoreio e companhia... A teoria mais aceita atualmente é a que reconhece que, durante o período de colonização portuguesa, muitos cães foram trazidos dos Açores pelos colonos. Estes cães pertenciam à raça Fila de Terceira ou Fila Terceirense.

Os primeiros cães foram cruzados com outras raças como o Bloodhound, o Mastiff e o Antigo Bulldog, também chamado Doggen Engelsen. A primeira aparição da raça em exposições ocorreu no ano de seu reconhecimento pela FCI (Federação Cinológica Internacional), 1946, em um evento do Kennel Clube Paulista. Nesta ocasião, dois exemplares (chamados de Bumbo da Vila Paulista e de Rola da Vila Paulista) inauguraram a participação do Fila Muito se fala sobre as raças que deram origem ao Fila Brasileiro, porém, estudos comprovam que a intervenção do homem no aperfeiçoamento da raça dividiu igual importância com as árduas condições encontradas pelos primeiros Filas Brasileiros em nossa história. Eles eram obrigados a desempenhar as mais variadas funções junto aos colonizadores, como guarda, caça, proteção contra animais selvagens, pastoreio e companhia... “Fiel como um Fila” é um provérbio que representa bem a melhor característica da raça. Hoje, o reconhecimento da criação nacional vem através dos títulos obtidos em competições por todo o mundo.

Temperamento do Fila Brasileiro
Segundo alguns criadores , a raça é detentora de um temperamento peculiar, que o diferencia das demais raças de guarda. Varia entre o calmo e o bravo, caracterizando-se no que se convencionou chamar de "ojeriza" a estranhos. Sempre disposto a agredir, um fila típico jamais aceita estranhos em seus domínios ou mesmo fora deles, mesmo que estes se esforcem muito para agradá-lo. Em contrapartida o animal é muito devotado ao dono e a família em geral (inclusive às crianças), gerando uma apego incondicional a estes. Esta característica gerou ditos populares relacionados ao temperamento do animal: "fiel como um cão de fila" ou "a sombra do dono".

Segundo alguns relatos, muitos dos acidentes envolvendo animais da raça, ocorridos na época de se apogeu (década de 80), se deram, quando não por negligência do proprietário, por descuido de pessoas estranhas que, ao observarem o comportamento submisso do animal perante o seu dono, acabavam adentrando em seu território e acabavam por serem atacadas. A grande concentração de poder e força, aliada a uma reputação de extrema agressividade em algumas situações, conduziu à proibição (ou severa restrição) desta raça em diversos países .

A raça é uma das quatro mencionadas especificamente no Lei de Cães Perigosos de 1991, no Reino Unido. As outras três raças mencionadas são o American Pit Bull Terrier, o Tosa Inu japonês e o Dogo Argentino.

Aparência do Fila Brasileiro

Primeira raça brasileira a ser reconhecida internacionalmente pela FCI, o Fila Brasileiro é um personagem na história do Brasil desde os tempos do descobrimento, quando ajudou os colonizadores na conquista do nosso território. Hoje esta raça retorna ao seu posto de orgulho da criação nacional ao ganhar campeonatos mundiais representando o Brasil.

O Fila Brasileiro teve seu apogeu nas décadas de 1970 e 1980, quando era a raça nacional com maior número de registros. Nesta mesma época começaram a ocorrer as primeiras mudanças em seu padrão oficial (1984). A mais marcante foi a decisão dos criadores da época de abrandar o temperamento agressivo que, de certa forma, era exaltado no padrão anterior. Seu porte e o andar quase felino são suas características físicas mais marcantes.

O Fila Brasileiro também é conhecido pela fidelidade e devoção extremas ao dono, características comportamentais mais desejadas como um cão de guarda. Esta raça precisa de exercícios diários e bastante espaço em casa. Com uma pelagem curta, dispensa maiores cuidados.

Saúde do Fila Brasileiro
As doenças que mais comumente afetam esta raça estão ligadas a seu porte.
São elas: Displasia coxo-femural e a torção gástrica.



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Pequinês








História do Pequinês

Uma história de lealdade e coragem é narrada por autores que se aventuram a narrar um pouco da vida destes pequenos seres.
Contam que em 1860 o Palácio Imperial de Pequim na Cidade Proibida na China, foi invadido e saqueado por tropas franco-inglesas numa ação coordenada pela França e Inglaterra na destituição do poder daquela Dinastia.

Durante a invasão, soldados teriam encontrado centenas de pequenos animais mortos, e estes, mais tarde reconhecidos como ancestrais dos pequineses atuais por historiadores. Surge a idéia de que os chineses preferiam ver seus cães, tidos como sagrados, mortos a vê-los em mãos ocidentais, sobretudo naquelas que invadiam o Palácio de Verão.

Encontrariam, ainda durante a invasão, cinco exemplares vivos devidamente posicionados ao redor, como que a guardar o corpo, da princesa que se suicidara. Em outra literatura, o corpo encontrado seria aquele da tia do Imperador Chinês.

Não nos cabe contestar a história mas o certo é que desta invasão foram levados cinco exemplares do "pequeno cão leão" de volta para a Inglaterra. Eles teriam saído do Palácio como presas de guerra, pelas mãos do Lorde John Hay, Tenente Dunne e do Sir George Fitzroy.
Já na Europa ocidental eles seriam distribuídos e direcionados como descrevemos abaixo sob pretexto de ilustrar a história:

O Lorde John Hay ficou com o macho fulvo para si que chamou de Schlorff e este teria vivido até aos dezoito anos de idade. O Lorde presenteou ainda sua irmã, Duquesa de Wellington com uma fêmea, que recebeu o nome de Hytien.

O tenente Dunne presenteou a Rainha Victória com uma fêmea parti-color, castanho e branco, que recebeu o nome de Looty. O súbito aparecimento desta raça exótica, e o apreço da rainha pela sua fêmea, aliado a sanções comerciais impostas a China, teriam propiciado novas importações, muitas não documentadas, que fariam o número de exemplares aumentar rapidamente no oeste europeu.
As duas últimas fêmeas foram dadas para a Duquesa de Richmond e Gordon que chamou uma delas de Guh e a outra de Meh .

Estas últimas teriam contribuído para estabelecer a raça na Grã-Bretanha dando origem a linha de sangue Goodwood que foi a primeira designação dada a uma criação de pequineses. A reprodução destes durou até o início do século com a contribuição e dedicação de Lady Algernon Gordon Lennox, cunhada da Duquesa.

Outras importações foram realizadas pelo comandante da marinha mercante, Capitão Loftus Allen, que levou para a Inglaterra, um macho para sua esposa em 1893, que chamou de Pekin Peter. Em 1896 retornou com um casal preto, Pekin Prince e Pekin Princess (3,6 kg e 2,7 kg respectivamente). Os animais levados da China naquela época, tinham cerca de 8 polegadas, em média, de altura.

A criação criteriosa européia obteve exemplares de rara beleza e, ao mesmo tempo, decaía a qualidade dos exemplares na China sendo necessário re-importar reprodutores da Europa e Austrália.
Em 1902 foi criado o Clube do Pequinês e em 1919 foi feito o primeiro registro da raça pelo Kennel Clube da Inglaterra.

Em 1909 foi criado o Clube do Pequinês da América, nos EUA, e em 1911, organizado a primeira exposição especializada com 95 exemplares inscritos.

O fato é que este cão excepcional quando analisamos seu temperamento e sua estrutura, vivia recluso na Cidade Proibida e era o grande favorito da família Imperial de Pequim, geralmente andavam na companhia do imperador ou da imperatriz. Por serem considerados sagrados eram proibidos aos plebeus e rouba-los significava punição rigorosa, inclusive com pena de morte.

O aspecto do Pequinês variou pouco ao longo do tempo. A diferença se fundamenta sobretudo na pelagem menos abundante e membros menos arqueados.

Há relatos da existência de pequenos cães de luxo, provavelmente ancestrais deste cão, já em 620 DC e que nos dá indícios do desenvolvimento da raça.

Devido ao comércio existente na época, há quem acredite que os ancestrais da raça saíram do Egito rumo ao Tibet pelas mãos mercantes e deste, para a China, já que na época estes países mantinham relações comerciais.

Acredita-se que esta raça tinha mais de 2000 anos de idade quando foi encontrada na China. É evidente que os achados que sustentam esta informação, referem à existência de cães que podem ter originado a raça, e o processo de procriação, reservado às antigas Dinastias Chinesas, levou-o ao aspecto dos cães encontrados naquele ano de 1860.

Depois, com sucessivas seleções de exemplares, aliado ao padrão para a raça estabelecido, chegou-se ao que hoje chamamos de exemplar típico da raça.

No Brasil, à partir da década de cinqüenta, a raça receberia um impulso advindo da importação de exemplares importados para a melhora do plantel nacional, as décadas de 60 e 70 marcam uma verdadeira "febre" pela raça. Muitos lares tinham seu exemplar, típico ou não, mas que dava idéia da dimensão da popularidade da raça no país. Com a criação do Clube Paulista do Pequinês, dirigido pela Sra Yvonne Malanconi Mossi, alguns criadores, entre eles, Dna Belkis, nossa entrevistada, procuravam criar critérios de distinção e divulgação do padrão correto da raça.

Precisamos lembrar, entretanto, que naquela época a televisão, revistas especializadas, e outros veículos de informação não tinham a abrangência que têm hoje.

O que se seguiu foi uma seqüência de acasalamentos que resultaram em descendentes fora daquelas características marcantes e desejadas. A ausência de importações, a formação de criadouros meramente comerciais e a mestiçagem da raça, causaram uma sensível redução no número de cães em exposição e a descaracterização da raça.

Como mesmo modo que cresceu o número de animais, supostamente pequineses, decresceu a partir da década de 70. Outras pequenas raças, naquela época denominadas cães de luxo, foram introduzidas no país, e isto teria contribuído para o escasso número de exemplares que se viu posteriormente.

A cultura dos acasalamentos sem critérios, sem noções de qualidade, terminou por gerar animais mestiços, congênitos e degenerados quando analisamos sob a ótica do rigor técnico. As famílias de cães usadas na procriação, ainda que legítimos, não eram precursoras dos caracteres físicos e genéticos desejados.

Não queremos discorrer sobre erros do passado, apenas cita-los como forma de experiência para o futuro.
A década de 90 marca um novo recomeço para a raça no Brasil com a entrada, em solo nacional, de excelentes animais importados. Falaremos um pouco sobre este período no objetivo do site.
Esperamos ter contribuído para mostrar um pouco da história deste belo e de bom espírito cão, que denominamos pequinês.

A lenda de um amor quase impossivel!

 

Uma antiga lenda chinesa faz da origem do Pequinês um conto romântico. A lenda conta que há muitos séculos atrás, um leão encontrou-se com uma pequena macaca, apaixonou-se e com ela quis se casar;
Para isso era necessário apresentar-se diante do deus Hai-ho.
Este disse ao leão:
"Se estás disposto a sacrificar a tua estatura e a tua força por amor a esta macaca, consinto que te cases com ela".
O leão aceitou de boa vontade e o fruto desta união, foi o cão pequinês, que conservou a coragem, o porte orgulhoso e expressão nobre do rei das selvas, unido à graça e ternura no tamanho diminuto de uma macaquinha.
Esta é uma lenda, logo não científica, originária da china, que serve para ilustrar um pouco mais os mistérios que acompanham este cãozinho tão especial.

Não é verdade que o pequinês é muito agressivo? 

 

Não é verdade. Uma das características deste pequeno cãozinho é justamente a docilidade. Numa criação selecionada e criteriosa estes exemplares agressivos não existem pois o temperamento é fator importante na decisão da escolha dos reprodutores.
A valentia desta raça pode ser confundida com agressividade devido à fama difundida nos últimos anos, sobretudo no Brasil. Na verdade o pequinês é uma raça corajosa que freqüentemente se esquece de seu tamanho em relação a cães estranhos e às vezes, de grande porte. Gostam de vigiar o espaço que eles entendem como seu território. Com humanos são meigos e dóceis, porém são reservados com estranhos.
Os cruzamentos inadequados na década de 60 e 70 podem ter gerado exemplares mais agressivos, principalmente quando houve mistura de raças, mas em regra geral o que chamamos de exemplar legítimo da raça não deve ter este comportamento.

Olhos dele saltam para fora? 

 

Os olhos de cães desta raça, assim como os de outra raça qualquer, não tem vontade própria. Logo, podemos dizer que não "saltam" para fora da cabeça.
Uma das características da raça é ter olhos grandes, escuros e arredondados que devem estar perfeitamente alojados na órbita craniana. Podem ser discretamente proeminentes mas não é desejável animais exoftálmicos, ou seja, exibir saliência exagerada do globo ocular.
De qualquer forma é necessário que o dono esteja sempre atento aos cuidados típicos para a raça. Levando-se em conta que eles não tem focinho e são valentes ao extremo com outros cães; uma briga pode ocasionar algum trauma nos olhos e isto não é o que desejamos.
Mantendo os olhos limpos, evitando confrontos, retirando obstáculos perigosos e eliminando o péssimo hábito de suspender o cão pela pele do pescoço não há o que temer em relação a este problema.
Estes cuidados podem ser aplicados a cães de outras raças também.

O pequinês solta muito pêlo? 

 

Esta raça faz muda de pêlo em períodos que variam de uma a duas vezes por ano.
Na verdade notamos uma troca de sub-pêlo em períodos variáveis que podem ser aquele que antecede o cio das fêmeas e a primavera nos machos. Citamos estes períodos com base em exemplares de nossa criação e notamos que quanto maior o volume de subpêlo maior a quantidade perdida na troca.
Questões climáticas podem também reduzir, acelerar ou aumentar a perda do pêlo. A queda de pêlo é natural em cães (até em humanos) mas o comprimento dos fios (longo ou curto) em outras raças pode sugerir que esta característica é exclusiva do pequinês. Não é verdade.
No pequinês a troca se faz a partir da queda por um curto período (em regra) que pode variar de 2 a 4 semanas em média. Uma rotina de escovação neste prazo e um banho ao final ajudam na remoção de pêlos mortos.
Esta característica é deixada em segundo plano quando levamos em conta que o pequinês é um cão tranqüilo, leal, companheiro e não late por qualquer motivo. Não tenha dúvida de que a sua dedicação vai ser recompensada por estes pequenos guardiões e em pouco tempo a mudança de pêlo não terá qualquer importância para você.

Macho não cobre naturalmente a fêmea? 

 

Outra inverdade sobre a raça.
Os machos são propensos ao acasalamento natural mas a impaciência dos proprietários ou até a necessidade de preservar a pelagem nos cães espetaculares (exposição) podem interferir no cruzamento dos animais. Relatos de outros criadores de nosso convívio confirmam nossa tese.
Embalamos literalmente a pelagem posterior de machos e fêmeas para impedir acidentes com os longos fios de pêlos durante a cobertura. Também removemos a pelagem da região genital dos exemplares e algumas fêmeas têm a região posterior aparada liberando a vulva para o coito. Mantemos o casal em ambiente limpo e tranqüilo e acompanhamos do preparo ao acasalamento. Macho pequeno em relação à fêmea pode requerer a ajuda do proprietário. Algumas outras variáveis poderiam ser aqui lembradas mas não é o propósito do site.
O médico veterinário pode auxiliar na tomada de decisão pela inseminação artificial mas sugerimos que os proprietários deixem seus cães acasalarem naturalmente. É melhor deixar este procedimento para situações onde a interferência externa seja necessária como é o caso de criações onde há um macho para muitas fêmeas. Novamente concluímos que os cuidados para o pequinês são iguais aos de outras raças com exceção da atenção com a pelagem e o cuidado para não desgastar o macho em tentativas seguidas e infrutíferas de acasalamento.

Os filhotes só nascem de cesárea? 

 

Não é verdade. Em nossa rotina de criação não tivemos casos de cesárea mas se tivéssemos não poderia ser considerado como típico da raça. Voltemos a lembrar que o parto natural é típico do pequinês. A impaciência pode precipitar a decisão pela cirurgia mas em nossa criação somos instruídos a acompanhar o parto pacientemente e só intervir através de procedimentos do médico veterinário. Como dissemos, ainda não necessitamos desta ajuda mas não deixaremos de usar este recurso se isto for necessário.
Também não injetamos qualquer medicamento de apoio ou procedimentos que forcem a aceleração do tempo do trabalho de parto. Pensamos na criação associada à qualidade de vida dos nossos pequineses.
Outro ponto a ser lembrado é com relação ao tamanho da cabeça dos filhotes. Por serem grandes sugerem que ficarão impedidas de atravessar o espaço vaginal que se abre no momento das contrações. Pensamos que se a fêmea não é capaz de ter naturalmente seus filhotes devido a este fator, o uso destes reprodutores deve ser avaliado por um especialista. Em tese o tamanho e a consistência óssea do crânio dos recém nascidos deveria ser tal que permitisse a passagem pelo canal vaginal.
Quando macho e fêmea têm mais ou menos o mesmo porte a incidência de complicações no parto fica reduzida. A inclusão de regras rígidas neste tópico pode gerar interpretações erradas mas, salvo exceções, os partos são naturais.
Outros acontecimentos sugerem anomalias ou má formação por herança genética ou outros fatores. Uma discussão mais aprofundada requer a participação efetiva de um médico veterinário. Todas estas ponderações podem ser usadas para outras raças.
Para nós estas considerações são suficientes para responder a pergunta formulada.

O pequinês antigo era diferente? 

 

De maneira geral não, mas depende de que pequinês você está falando.
Comparamos algumas características:
· Os dois (antigo e novo) têm ruga sobre o nariz (trufa).
· Os dois quando vistos de frente lembram um leão com uma face reta.
· As faces de ambos lembram a forma de um quadrado ou um envelope (retangular).
· As franjas eram longas nos dois grupos.
· Os olhos antigos são iguais aos do novo pequinês.
· A boca, o nariz e os olhos são o mais escuros e brilhantes possíveis.
· Os membros anteriores são arqueados nos dois grupos.
· Tanto o novo quanto o antigo tem um andado característico.
· Vista de lado a face de ambos têm uma linha reta imaginária entre a testa e o queixo.
De maneira geral não existem diferenças estruturais tão acentuadas como as que foram sugeridas quando recebemos esta pergunta. Ainda que o cruzamento entre parentes gere animais consangüíneos ou a escolha dos reprodutores seja inadequada, esperamos encontrar todas estas características com algumas nuances diferentes. Talvez um pouco menos de pêlo, franjas mais curtas, menor volume de subpêlo principalmente nas fêmeas.
Não existem as classificações abaixo para o pequinês:
Pêlo longo e pêlo curto
·· Esperamos que todos tenham pêlo longo
Sem focinho e focinho curto
·· Todos devem ter o nariz na linha da face, suporta-se um pouco da trufa aparente (que é uma falta) mas sem focinho.
Pequinês Argentino
·· Não são diferentes de nossos pequineses, aliás, alguns excelentes exemplares do Brasil foram trazidos da Argentina.
Finalmente queremos salientar que o conjunto de características aliado a uma análise do pedigree contribui muito para uma escolha acertada do seu exemplar de pequinês.
Cães sem pêlo, focinho aparente, andar duro e sem o "rebolado" da raça, orelhas pequenas e altas, pernas retas e paralelas são indícios de reprodutores inadequados para criação. No entanto a opção é daquele que busca o filhote e a nós cabe somente esclarecer a questão. O exemplar consangüíneo ou mestiço não deve ser menosprezado enquanto um animal de estimação mas não há garantias de que venham a produzir os exemplares que você busca.
Sugerimos que não usem estes pequineses chamados "inadequados" para formação de um plantel de reprodutores mas não menospreze estes pequenos seres alheios a tudo o que discutimos aqui.
Esteja sempre atento a supostos criadores que estão nitidamente explorando o cão como "nicho de mercado" e não demonstram respeito à raça e ao animal. Sugerimos isto para todas as raças de todas as espécies.

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fonte: www.caesbrasil.com.br
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